a morte, sentimo-nos como se nos arrancassem o coração. Ânsia de rever sorrisos
que se extinguiram, fome de escutar palavras que emudeceram. E muitas vezes
tudo o que nos resta no mundo íntimo é um veio de lágrimas estanques, sem
recursos de evasão, pelas fontes dos olhos.
Compreendemos, sim, neste outro lado da vida, o suplício dos
que vagueiam entre as paredes do lar ou se imobilizam no espaço exíguo de um túmulo,
indagando porquê....
