Procura ver, além das formas, e ouvir acima das palavras, a fim de que aprendas a auxiliar.
Sob o espinheiro da irritação de um amigo, estará provavelmente um problema doloroso que desconheces.
Dizem que quando a primeira árvore apareceu na Terra, trazia do Pai Celestial a recomendação de alimentar o homem e auxiliá-lo, em nome do Céu, por todos os meios que lhe fosse possível.
Resolvida a cumprir a ordenação do Senhor, certo dia foi visitada por um ladrão, perseguido pela Justiça.
Ele sentia fome e, por isso, furtou-lhe vários frutos.
Quando Jesus entrou vitoriosamente em Jerusalém, montado num burrico, eis que o povo, alvoroçado, vinha vê-lo e saudá-lo na praça pública. Muitos supunham que o Mestre seria um dominador igual aos outros e bradavam: - Glória ao Rei de Israel!... - Abaixo os romanos!... - Hosanas ao vencedor! ... - Viva o Filho de David!... Viva o Rei dos Judeus!... E atapetavam a rua de flores. Rosas e lírios, palmas coloridas e folhas aromáticas cobriam o chão por onde o Salvador deveria passar.
Abençoadas sejam as mãos que, em memória de Jesus, espalham no Natal a prata e o ouro, diminuindo a miséria e a necessidade, a fome e a nudez!...
Entretanto, se não forem iluminadas pelo amor que ajuda sempre, esses flagelos voltarão amanhã, como a erva daninha que espreita a ausência do lavrador.
Deixa que a manjedoura de tua alma se abra, feliz, ao Soberano Celeste, para que a luz te banhe a vida.
Amplia a minha capacidade de entender as pessoas e os acontecimentos. Fortalece meu espírito. Pousa a mão sobre o meu sentimento e inteligência para que eu penetre até onde não tenho conseguido, tenha mais paz e obtenha as mudanças profundas de que preciso. Compreendo que, se criei em mim limitações, só eu posso rompê-las, encontrar minha verdadeira identidade, desfrutar de capacidades e talentos.
Ah! Eu queria tanto, como eu queria Que a natureza continuasse Vertendo Amor por toda a Terra Fazendo dos campos verdejantes um tapete de cores Onde a criança caminhasse entre flores Sem temores...
Ah! Eu queria tanto, como eu queria Que em cada favela, em cada vila Todas as crianças tivessem guarida No coração do homem... Operário ou empresário Para nele encontrar... Nem que fosse um cantinho Para falar de seus sonhos Que eles não são quimera Que alguém pode fazer dele Eterna primavera...
Meu filho, se procuras a bênção da felicidade, não te esqueças de que o Reino do Céu começa em nosso próprio coração e de que o primeiro lugar onde devemos trabalhar por ele é na própria casa onde vivemos. A alegria verdadeira nem sempre é daqueles que dominam, mas nunca se aparta das almas generosas que aprendem a espalhar o bem. Se queres que a tranqüilidade te acompanhe, busca ser útil.
Daniel, de oito anos, era um menino determinado em tudo que fazia. Sempre que desejava alguma coisa, se esforçava para consegui-la. Certo dia ele viu um lindo vaso de flores na casa de uma vizinha e desejou ter igual para dar à sua mãe, que gostava muito de flores. Então, bateu na porta da vizinha e, quando ela atendeu, pediu-lhe um galhinho da flor para plantar em sua casa. A vizinha, sorridente e bondosa, foi até o jardim e tirou uma pequena muda da planta e deu-a a Daniel, que agradeceu e foi embora contente. Ao chegar a casa, o garoto quis plantar a muda, porém não tinha vaso. Então, resolveu plantá-la num canteiro do jardim.
Se a consolação do Evangelho nos visitou a alma... Se a bênção da fé nos ilumina.. Se a nossa confiança permanece restaurada.. Se a fraternidade é o ideal que buscamos... Agora, realmente, a nossa vida aparece modificada.
Senhor! Deste-me a palavra por semente de luz. Auxilia-me a cultivá-la. Não me permitas envolvê-la na sombra que projeto. Ensina-me a falar para que se faça o melhor. Ajuda-me a lembrar o que deve ser dito e a lavar da memória tudo aquilo que a tua bondade espera se lance no esquecimento.
Quando tiveres superado graves problemas de relacionamento no grupo das pessoas queridas, não te detenhas na lembrança das aflições e lágrimas que, porventura, tenhas trazido por dentro do próprio coração. Pensa no concurso recebido de benfeitores da Vida Maior que te escoraram, na travessia de inesperadas perturbações.
A criança é o dia de amanhã, solicitando-nos concurso fraternal. Planta nascente - é a árvore do futuro, que produzirá, segundo o nosso auxílio à sementeira. Livro em branco - exibirá, depois, aquilo que lhe gravarmos nas páginas agora. Luz iniciante - brilhará no porvir, conforme o combustível que lhe ofertarmos ao coração. Barco frágil
É pela bênção do trabalho que podemos esquecer os pensamentos que nos perturbam, olvidar os assuntos amargos, servindo ao próximo, no enriquecimento de nós mesmos. Com o trabalho, melhoramos nossa casa e engrandecemos o trecho de terra onde a Providência Divina nos situou.
Quando alguém estiver em oração, referindo-se à caridade, faze que esse alguém me recorde para que consiga igualmente ajudar em teu nome. Quantas criaturas me fitam indiferentes, e quantas me abandonam no lixo imprestável. Dizem que sou moeda insignificante, sem utilidade para ninguém; contudo, desejo transformar=me na gota de remédio para a criança doente,
O velho André era um escravo resignado e sofredor.
Certo dia, ele soube que Jesus nos ensinara a santificar o nome de Deus e prometeu a si mesmo jamais praticar o mal.
Se o feitor da fazenda o perseguia, André perdoava e dizia de todo o coração: - Louvado seja Deus.
Se algum companheiro tentava-o a fugir das obrigações de cada dia, considerando as injustiças que os cercavam, ele dizia contar com a Bondade Divina, indicava o céu e repetia: - Louvado seja Deus.
Senhor!... Ensina-nos a compreender a importância dos outros. Em verdade, recolhemos de alguns as dificuldades e os problemas, no entanto, de inúmeros outros obtemos as alegrias e as bênçãos que nos enobrecem a vida. Entre alguns outros, surpreendemos os adversários gratuitos que, por vezes, buscam entravar-nos os passos; faze-nos entender, porém, que entre muitos outros, encontramos os amigos e os benfeitores, os companheiros de ideal e trabalho, os que colaboram conosco, em nossas realizações, e os que nos aliviam nas tribulações do caminho. De alguns, temos a censura, mas de outros, procedem os estímulos ao desempenho das tarefas que nos confiaste.
Deus nos abençoe, corações, Cuja ternura se reparte em gestos, Abençoando a alma sofrida Da mãezinha desnuda. Deus nos abençoe, Quando as mãos se unem na ciranda de trabalho, Contendo as dores ou a emoção