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O dia que Chico levou um tombo e caiu de costas

"Numa ocasião Chico levou um tombo, caiu de costas e bateu a cabeça no chão. Já estava pronto para reclamar, quando Emmanuel ordenou:
-Agradeça.

-Como?

-Agradeça, vamos.

Vida no mundo espiritual


Caso de Chico Xavier sobre Cura.


Em 1946, Chico adoeceu de novo. O caso era grave. O corpo achava-se debilitado pelos constantes trabalhos. Sentia-se fraco, sem ânimo para nada. O diagnóstico era tuberculose.

A Condição primeira (Encontro de Chico e Emmanuel)


O primeiro encontro com Emmanuel haveria de marcar para sempre a existência de Chico, a partir de uma recomendação do mentor, quanto ao mais importante no exercício da faculdade mediúnica.
Jovem, ainda, vinte e um anos, ouviu dele a informação de que havia uma tarefa que ambos deveriam cumprir, na promoção do livro espírita.
Inexperiente, o médium informou, emocionado, que estaria disposto, se os bons Espíritos não o abandonassem.

História de um Espírito

Há muitos anos, um Espírito apareceu a Divaldo (médium espírita, dirigente da instituição Mansão do Caminho da Bahia), e contou-lhe sua triste história:
“Eu era uma mulher bela, casada, também, com um homem muito atraente. Éramos felizes, até que um dia a beleza física dele nos desgraçou. Simpático, jovial e atraente, arranjou outra mulher mais bela e mais jovem do que eu. Uniu-se a ela, e disse-me:

Alimentar a Alma


Por várias vezes, Chico declinou convite para uma pescaria.
Como houvesse insistência de amigos, acabou por aceitar, a fim de não sustentar uma recusa que poderia magoá-los.
Em bela manhã, reuniu-se o grupo à beira de um barranco no rio. Horas depois, o pessoal havia pescado boa quantidade de peixes.
Quanto ao médium, nem um mísero lambari!

A Reencarnação da mãe de Chico Xavier


(Emocionante História)
*
O ano era 1997, numa terça-feira à noite. Quando chegamos para visitá-lo, ele contou-nos o seguinte caso:
– Hoje minha mãe me apareceu e disse-me:
– Meu filho, após tantos anos de estudo no mundo espiritual estou-me formando assistente social. Venho me despedir e dizer que não mais vou aparecer a você.
– Mas a senhora vai me abandonar?

Chico Xavier conta: Suicida reencarna com corpo mutilado para reprimir novo suicídio.


Uma criança foi levada ao Chico Xavier porque os médicos tinham indicado a amputação das pernas. A mãe perguntou:
- Chico, o que é que eu faço?
E o Chico disse:
- Siga a orientação dos médicos.
Os amigos que acompanharam aquele atendimento perguntaram:
- Mas, Chico, como é que pode uma criança ter as pernas amputadas? Ela já não tem braços, é cega, muda e surda. Qual a vantagem dessa encarnação?
- O Chico explicou:

Respingos de Luz


Uma senhora, amiga de Chico, pensou em fazer algo mais, além de orar pelo filho que cometera suicídio, essa porta falsa pela qual pessoas que pretendem fugir do sofrimento acabam por mergulhar em exacerbadas dores.

Poderia levar flores ao cemitério, acender velas, mas, espírita, sabia que nada disso tem significado maior para o desencarnado, principalmente o suicida, às voltas com desequilíbrios superlativos que o torturam.

O Natal de Chico Xavier - história emocionante


A distribuição natalina que Chico Xavier promovia, juntamente com diversos amigos, há vários anos, desde os tempos de Pedro Leopoldo, inspirou diversos grupos espíritas de todo o Brasil. As chamadas "repartições" de Natal constituem hoje o cartão de apresentação do trabalho assistencial desenvolvido pelos espíritas.

200 Espíritos Obsessores foram enviados para atacar o Chico


O médium Poderoso

Na noite de 11 de setembro de 1948, Chico Xavier e um amigo Isaltino Silveira, admiravam Pedro Leopoldo do alto de um morro, na beira de um riacho. Sentado numa pedra, sob a luz de um poste, Chico lançava sobre o papel um poema assinado por Cruz e Sousa.

Isaltino substituía as páginas preenchidas por outras em branco. Os dois estavam às voltas com o poeta do além quando escutaram um barulho no mato. Eram passos.

O amigo de Chico olhou para trás e levou um susto: um homem enorme, com olhos injetados, avançava na direção deles com um pedaço de pau na mão.

Obsessores no Presídio


Em inúmeras oportunidades, Chico visitou presídios, sempre merecendo a maior atenção e respeito dos sentenciados.

Numa delas, alguém lhe perguntou:

— Chico, você viu muitos obsessores por lá?

E o médium:

Reencarnação uma Questão de Justiça...


Divaldo relata fato inusitado
Ana Maria Spränger e Silva Luiz

Quando perguntaram ao médium se ele acreditava na reencarnação, disse que não acreditava nela, pois quê ia mais além - ele sabia que ela existia! E narrou-nos o seguinte episódio, que agora visto com minha própria emotividade ao lhes escrever esse singelo artigo.

Divaldo há cerca de 40 anos foi por vez primeira à Paris, hospedando-se na residência de familiares de um casal amigo residente aqui no Rio de Janeiro, à época: Ligia e Emílio Ribeiro.
A primeira noite naquela capital foi-lhe tormentosa, não conseguindo conciliar o sono de modo algum e sendo vítima de atrozes fenômenos psíquicos.

Dor de Cabeça


Era uma sexta-feira. Muita gente aglomerava-se em volta de Chico. Ele, de pé, abraçava um, dirigia a palavra a outro. Quando aproximou-se dele uma jovem senhora, reclamando de forte dor de cabeça. Chico a ouviu atentamente e convidou-a a sentar-se na assistência para participar do encontro.
A palestra transcorreu normalmente.
Depois da meia-noite, termina a reunião, a senhora que reclamara da dor de cabeça achegou-se ao médium, com a fisionomia radiante e feliz. A dor de cabeça cessara nos primeiros minutos das tarefas. Chico sorriu docemente, despedindo-se dela com carinho.
Instantes depois, explicou:

Interferem os espíritos em nossas vidas?



Livro: O Paulo de Tarso de nossos dias - Ed. Leal
Ana Maria Spränger Luiz
No dia 22 de agosto de 1987, em Campos, no Estado do Rio de Janeiro, Divaldo nos ensinava sobre os percalços que surgem com aqueles que se comprazem em perseguir o Bem. Citou vários deles ocorridos com confrades desejosos de seguir ao Mestre Jesus. No entanto, um fato acontecido com ele próprio chamou-me atenção. E, passo a lhes narrar:
- Em 1971, Divaldo foi convidado para proferir conferências em Angola, na sua capital, Luanda, bem como também em Lourenço Marques, capital de Moçambique. à época havia somente um vôo que partia da África do Sul para os citados lugares.

A Violência



Chico, como é que você vê a onda de violência que aumenta a cada dia?


CHICO XAVIER:


- A violência é qual se fosse a nossa agressividade exagerada trazida ao nosso consciente, quando estamos em carência de amor. Ela lava, por isso, o desamor coletivo da atualidade.

Um litro de amor




Um belo dia, chegou um espírita amigo de Chico, adentrou por sua casa e disparou quando encontrou Chico na Cozinha:

- Chico, você tem que se posicionar. Estão lhe caluniando, você tem que se defender. Isso é um absurdo. A verdade tem que ser dita “doa a quem doer”.

Os dois ladrões


O fato ocorreu em Pedro Leopoldo. Chico costumava acompanhar até às pensões ou hotéis as visitas que ficavam no Centro até o término das reuniões, que se dava por volta de duas horas da manhã. Certo dia, já de volta ao lar, foi abordado por dois desconhecidos, que ele sabia não serem da cidade, e um deles foi logo dizendo:

- Passe para cá todo o dinheiro que tiver em seu bolso.

Chico remexeu seus bolsos e, só encontrando cinco cruzeiros, disse aos ladrões:

Eutanásia


História contada por Chico Xavier

Chico visitou durante muitos anos um jovem que tinha o corpo totalmente deformado e que morava num barraco à beira de uma mata. O estado de alienado mental era completo. A mãe deste jovem era também muito doente e o Chico a ajudava a banhá-lo, alimentá-lo e a fazer a limpeza do pequeno cômodo em que morava.

O quadro era tão estarrecedor que, numa de suas visitas em que um grupo de pessoas o acompanhava, um médico perguntou ao Chico:

- Nem mesmo neste caso a eutanásia seria perdoável?



Solidão não é...


Solidão não é a falta de gente para, conversar, passear, namorar ou fazer sexo……isto é carência. Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar… isto é saudades. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes para realinhar os pensamentos……

O vento


O VENTO – Chico Xavier

Certa vez, uma senhora foi até Uberaba e lá, diante do Chico, começou a se queixar de que não conseguia nada do que precisava, mesmo trabalhando na Doutrina e orando dia e noite.
Ao ouvir suas queixas, Chico lhe disse:
- Quando a gente tem fé, quando confia, eles ajudam, minha filha!
Uma vez, em Pedro Leopoldo , eu ensinava catecismo às crianças, mas, um dia, me proibiram.
Eu ensinava catecismo para quarenta crianças… e fui proibido porque me tornara espírita. Fiquei em casa.