Certa senhora ia...


“Certa senhora ia todos os dias à igreja e orava pedindo a cura de uma doença. Era piedosa e orava fervorosamente... No entanto, quando suas amigas lhe perguntavam como estava a saúde, ela, invariavelmente respondia: Não estou bem não, a minha doença não tem cura”. Conclui o autor: “Essa era a verdadeira oração daquela senhora “a minha doença não tem cura. Essa era a oração que partia da sua espontaneidade."


As nossas orações, as quais devem refletir os nossos sentimentos verdadeiros, serão sempre mais fortes se estiverem embasadas na fé e acrescidas de algum merecimento de nossa parte. Por isso, todos reconhecem quando algumas pessoas que possuem uma oração poderosa. É a presença da fé, da humildade e do merecimento que daí decorre. Jesus, quando quis ressaltar uma oração verdadeira e de poder, indicou a viúva que apenas repetia "Senhor, tenha piedade de mim". Também está dito: "A oração do justo pode muito em seus efeitos".

De Deus emana amor e misericórdia para todos os seres humanos, mas nem todos nos colocamos em condições de receber esse amor e misericórdia, porque nos distanciamos de Deus. Nossos “canais espirituais”, quase sempre, estão obstruídos por entulhos e quinquilharias, oriundos dos desejos e ambições terrenas. Quando oramos, com fé verdadeira, estamos manifestando nossa vontade e, ao mesmo tempo, removendo os empecilhos que poderiam impedir o recebimento do que pedimos.

Engana-se quem pensa que estamos, irremediavelmente, vinculados a condições adversas para reparação dos erros das vidas anteriores. O cumprimento do “carma” é obrigatório, mas não é estacionário. O seu cumprimento é uma oportunidade de aprendizado e arrependimento. Feita a prova, aceito o ensinamento, segue a vida.

A fé remove montanhas.
A oração é o ponto de apoio da alavanca da fé.

Desconheço aut.

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